Ambiência, NoiseAtWork, NoiseAdVisor & iNOISE (Ref. 3R Brasil)

Neste ano de 2020 integramos os melhores e maiores sites de gestão, medição e avaliação de agentes ocupacionais e mais, a acústica na prática. Apresentando tecnologias e softwares. Vale conferir nossos 3 portais do conhecimento na área desenvolvidos pelo Engenheiro e pesquisador M.SC Rogério Dias Regazzi e parceiros:


Áudio-dosimetria de fone - Site com as técnicas, leis e normativas para avaliações do agente ruído no teleatendimento

Consulta eSocial - Site de Higiene do Trabalho;

Acústica na Prática - Site que foi originado para ambiência acústica, hoje referencia em acústica ocupacional, ambiental e projetos;

3RRSLabor - Site que destaca s principais ferramentas de software para a área de SST.


Conheça a 3R Brasil Tecnologia Ambiental: www.3RBrasil.com.br

OSHA Technical Manual (OTM) | Section III: Chapter 5 - Noise | Occupational Safety and Health Administration

 

A OSHA destaca-se a técnica da ISO 11904-2 do manequim (cabeça artificial padronizada com microfones de pressão) como método indicado para medição da exposição ao agente ruído de trabalhadores que laboram com o uso de fones de ouvido. A OSHA destaca que o uso do microfone MIRE para avaliação da exposição durante a jornada não é indicado, seja pela calibração individual por colaborador avaliado devido as diferenças de orelha externa, média e interna (canal auditivo) para as devidas correções para campo difuso, isto é, a obtenção da exposição do agente ruído de fones com as correções da ISO 11904 para os valores de exposição como do ambiente, possibilitando a comparação adequada como os níveis normativo da NR-15 anexo 1 e 2 e NHO-01 da Fundacentro. Então, as medições com Microfone de MIRE e dispositivos semelhantes permitem que os níveis de som sejam medidos dentro da orelha de cada colaborador o que individualiza a medição, necessitando de correções para comparação com limites de referência. A maioria dos pessoas no momento da medição acham que inserir um microfone de sonda em seu canal auditivo é desconfortável, se opondo ao uso de uma sonda por um dia de trabalho para a obtenção dos valores da jornada de trabalho de 8 horas. Além disso, uma sonda (a probe do MIRE) pode danificar o tímpano, o que significa que a pessoa que insere esse microfone necessita de treinamento profissional. Por essas razões, os microfones de sonda não devem ser usados para fins de conformidade para a avaliação das atividades de trabalho.

A técnica de medição com a cabeça artificial foi estudada na PUC-Rio pelos pesquisadores e engenheiros M.Sc Rogério Dias Regazzi e Alexandre Santanna Ribeiro que propuseram um sistema de medição composto com a cabeça artificial KU100 da Neumann (mais adequada pela possa bixa de 10kHz) ou da B&K acopladas aos áudio-dosímetros especial da Svantek SV 102+ de dois canais por casadores de impedância especiais para leitura direta dos microfones da cabeça artificial. Esta técnica foi aperfeiçoada anos posteriores por um dos engenheiros e depois pela empresa 3R Brasil Tecnologia Ambiental e hoje é aplicada nas medições de fone e head-sets de forma adequada com sistemas de medição normalizados que possibilitam a obtenção do valor de exposição normalizado em função dos parâmetros normativos (q = taxa de troca, LT = Limite de Tolerância e TLH - Limite de Integração) já corrigidos para o campo difuso. Uma inovação da áreas de SST no Brasil.
www.osha.gov